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Categotry Archives: fotostrada

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Ilha de Santa Rita

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(por: José Rodolpho Assenço)

                         A belíssima Ilha de Santa Rita encontra-se a pouco mais de dez quilômetros do centro de Maceió, ao sul, bastando apenas atravessar a Ponte Edivaldo Suruagi para se chegar a essa maravilha.

                        Trata-se, na verdade, de um complexo estuário lagunar, provavelmente o mais importante do Brasil, dividido pelas lagoas de Mundaú e de Manguaba, com diversas ilhas canais e muitas atrações. É, reconhecidamente, a maior ilha lacustre do país, com um total de 1.260 hectares, abrigando diversos povoados, como Siriba, Santa Rita, Barra Nova e outros.

canal canal_de_mangaba

                        O local é hoje uma APA — Área de Preservação Ambiental, tendo em vista a sua diversidade de fauna e flora, porém, não vem sendo efetivamente tratado da forma como deveria. A construção de mansões, casas em suas margens, a pesca predatória e o aterro dos manguezais são os principais riscos desse ecossistema.

casas_em_mangaba casa_em_mundaú

                        Há diversos restaurantes e bares em seus canais, tornando-os, talvez, uma forma de turismo sustentável da região, pois não ameaçam esse paraíso.

pescador_em_mundaú

                        Em nossa visita, partimos pelo lado sul da ilha, entrando pelo pequeno povoado de Massagueira de Cima, onde, por estreitas ruas,    chegamos a um belíssimo canal com diversos restaurantes as suas margens.  Escolhemos, então, o nosso, que já havia sido previamente indicado por parentes. Sentamo-nos à mesa e escolhemos, para o almoço, uma fritada de camarão, que é um tipo de omelete bem temperado com cebola, pimentão e muito camarão grande. Aproveitamos aquele momento para realizar também algumas fotos do canal de Mangaba.

restaurante_em_mangaba restaurantes_no_canal_de_mangaba

                        No dia seguinte, logo cedo, partimos por uma estrada de terra até um descampado com alguns poucos coqueiros nas margens do canal de Mundaú.

                        Assim que estacionamos nosso veículo, percebemos que saia da outra margem, uma embarcação tocada por uma Rabeta (um tipo de motor de popa, artesanal, que é montado aproveitando motor estacionário, como os utilizados em geradores e moenda de caldo de cana). Decidimos, então, seguir para essa margem, especificamente para o local chamado de Bar do Joel.

bar_do_joel

                        Nesse local, com mesas dentro da água e ao sol, saboreamos uma excelente carne de sol e, em seguida, um vinagrete de polvo.

lancha_em_mundaú mangaba

                        Algumas poucas lanchas de passeio e inúmeros pescadores tomavam o visual em determinados momentos.

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Ilha da Areia Vermelha

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(por: José Rodolpho Assenço)

                        A Ilha da Areia Vermelha é visita obrigatória a quem está a passeio ou trabalho na capital Paraibana. Localizada a poucos quilômetros ao norte de João Pessoa, ao largo da Praia de Camboinhas, é uma excelente opção de laser, oferecendo praia para todos, e com direito a aperitivos e peixes servidos em um de seus barcos-bares, que aproveitam da baixa maré para vender seus quitutes aos turistas.

                        Iniciamos nosso passeio, portanto, na Praia de Camboinhas, em um de seus diversos bares e restaurantes que, além dos pratos de culinária nordestina e frutos do mar, oferecem também outro serviço, a travessia até a Ilha da Areia Vermelha, de cortesia ou a preços acessíveis. Camboinhas tem toda essa estrutura e é também uma bela praia de águas calmas e quentes que, por si só, já representa uma excelente opção de laser.

camboinhas_vista_da_ilha camboinhas

                        Logo cedo, a maré começa a baixar, o que inicialmente provoca uma mudança na coloração do mar, e uma faixa de areia surge num horizonte não distante, não mais do que três quilômetros. Em decorrência disso, uma movimentação se inicia na praia onde algumas embarcações começam a ser abastecidas dos mais sortidos mantimentos, além de mesas e cadeiras. Estamos próximos das dez horas da manhã.

transporte_de_carga

                        A faixa tênue de areia no horizonte começa a alargar e a tomar forma de uma ilha e, quanto mais raso vai ficando, mais verde-claro fica a cor do mar. Alguns praianos mais apressados já seguem para a Ilha em jangadas e pequenas lanchas. Pouco depois das 10 horas, diversas embarcações encalhadas na ilha já podem ser observadas, algumas distribuindo, ao seu redor, mesas cadeiras e barracas de sol.

                        Decidimos, nesse oportunidade, seguir o passeio até a ilha, deixando — para quando a maré voltasse — a agradabilíssima praia de Camboinhas e, assim, seguimos em uma pequena lancha.

                        A travessia nesse trajeto em maré baixa proporciona uma visão deslumbrante, pois toda a praia e região são de pouca profundidade, o que facilita a visão da areia, corais e peixes no fundo da água.

lancha_na_ilha_da_areia_vermelha

                        Após atracarmos, ou melhor, encalharmos nossa lancha na ilha, procuramos logo um local para nossa base em um dos bares também encalhados: com mesa, cadeiras e barraca de sol devidamente instalada. Nesse instante, peguei a máquina fotográfica e, deixando os meus pertences à mesa, juntamente com os companheiros, segui para fazer um registro fotográfico de tudo que acontecia ao nosso redor.

                        A Ilha, um imenso banco de areia de cor alaranjada e, às vezes, avermelhadas, tem, em seu limite com o mar aberto, um grande recife de corais que a protege das poucas marolas das águas calmas do nordeste. O vento é forte como acontece em toda a região, porém o sol é intenso, o que nos obriga utilizar bastante protetor solar, parceiro indispensável para essa aventura.

areia_vermelha vista_de_camboinhas

                        Segui pela área dos corais onde, entre suas frestas e em pequenas piscinas, percebi uma infinidade de pequenos peixes coloridos. Mas, ao largo, a imagem do mar batendo nas rochas. Prossegui fotografando cada momento de minha estada e logo entendi também que, daquele local, seria um ponto ideal para uma foto de toda orla de João Pessoa. Busquei uma tele objetiva e dediquei alguns momentos buscando uma boa fotografia.

corais joao_pessoa

                        Retornando à base, ou melhor, ao barco-boteco, prossegui fazendo alguns registros fotografando de turistas, banhistas e demais embarcações que, naquele momento, chegavam à ilha. Algumas embarcações de passeio e veleiros se juntavam às pequenas lanchas da travessia, algumas tomadas frontais da Praia de Camboinha em composição com embarcações, a Ponta de Cabedelo ao norte.

vista_de_joao_pessoa praia_na_ilha_da_areia_vermelha

                        Finalizei minha série de fotos do local registrando os barcos- bares e as atividades de seus funcionários e garçons.

barco_bar ponta_de_cabedelo

                        Registros feitos, juntei-me aos demais parceiros para conversar, tomar um banho de mar nesse paraíso e almoçar com todos um delicioso vermelho.

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