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Monthly Archives: Janeiro 2015

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Ponta da Fruta e a Igreja de Nossa Senhora dos Navegantes

Categories: fotostrada, Tags: , , , , , , , ,

(por: José Rodolpho Assenço)

                       Ponta da Fruta é um povoado pertencente ao muncípio da histórica Vila Velha, primeira capital e primeiro povoamento no Espírito Santo, distante 22 quilometros, situada em um cabo que separa o litoral sul em dois conjuntos de praias.

vista_de_ponta_da_fruta

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                        Tivemos oportunidade de visitar esse pequeno paraíso, eu e Ana Paula,  há pouco tempo,  e de registrar um pequeno conjunto de fotos das praias, da vila e da Igreja de Nossa Senhora dos Navegantes.

vista_da_igreja_de_nossa_senhora_dos_navegantes

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                        Conta a história do lugar que a Igreja de Nossa Senhora dos Navegantes foi erguida entre 1944 e 1945, em cumprimento a uma promessa de um imigrante italiano, que, saindo da suas terras nas serras do Espírito Santo, fugiu da hostilidade que acontecia durante a segunda guerra mundial, contra os alemães e italianos. Ele teria então se instalado em Ponta da Fruta.  Sua promessa consistia na construção de uma Igreja para Nossa Senhora, caso fosse atendido seu pedido pelo fim da guerra e perseguições decorrentes do conflito.

igreja_de_nossa_senhora_dos_navegantes

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                        O pequeno povoamento hoje rodeado de condomínios em suas praias ainda guarda a sensação de uma vila de pescadores.  O centro está inserido na enseada da praia de Ponta da Fruta, local de águas claras e mar tranquilo, contando com um conjunto de rochedos que a protege das ondas. Seguindo em direção ao sul, ainda na sequência da praia, temos um mar agitado, local procurado principalmente por surfistas.

ponta_da_fruta

ponta_da_fruta

                        Existe no centro da vila algumas poucas ruas pavimentadas, um minúsculo centro comercial.

centro_de_ponta_da_fruta

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 Deste local, seguindo a esquerda, é possível subir de carro em uma breve colina, onde se encontra a Igreja de Nossa Senhora dos Navegantes. 

comercio

comercio

                        No alto da colina, junto a um grande cruzeiro, avistamos as duas praias e assim podemos distinguir suas características.

cruzeiro_de_ponta_da_fruta

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Á direita, a Praia da Ponta da Fruta; à esquerda, a Praia da Baleia.  Nesta última praia, o mar é bastante agitado é recomendavel sua utilização aos banhistas  somente em dias de pouco vento ou de maré baixa.  Esta praia conta com um bairro residencial, que segue a orla por uns dois quilômetros, provavelmente, onde se encontram diversas casas de veraneio.

                        Segundo informações que tivemos no local, o nome de Praia da Baleia vem do fato de, há muitos anos, ter encalhado no local uma grande baleia, a qual teria ficado agonizando por dias. A sua ossada ainda pôde ser vista por muitos anos.

ponta_da_fruta

ponta_da_fruta

                        Quando de nossa visita, seguimos, por fim, no sentido inverso à praia da baleia. Passamos pelo centro da vila, e seguimos a beira mar onde encontramos diversos restaurantes especializados na famosa muqueca capixaba, que pode ser de pescados de camarão ou lagosta.

praia_de_ponta_da_fruta

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Fizemos uma pausa prolongada para desfrutar dessa regionalidade.  Um banho de mar foi necessário para completar e tornar mais agradável nosso passeio.

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Lagoa de Santo Antônio

Categories: fotostrada

(por: José Rodolpho Assenço)

                        A Lagoa de Santo Antônio é um arraial, que persiste até os dias de hoje, distrito de Paracatu, Minas Gerais a aproximadamente quinze quilômetros no sentido de Unaí, seu acesso é simples, e nenhuma placa registra na rodovia estadual sua existência.

lagoa_de_santo_antonio

lagoa_de_santo_antonio

                        Sua origem remonta o ano de 1737, devido ao crescimento das minas anexas ao Morro do Ouro e recebeu a primeira denominação de Arraial de Pituba. 

casa_em_lagoa_de_santo_antonio

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                     A localidade cresceu e floresceu no ciclo do ouro chegando a ter algumas igrejas e mais de cem casas com um milhar de habitantes.  Comenta-se que foi o mais prospero arraial de toda a região chegando a ter em algum intervalo de tempo importância superior a de Paracatu.

casarão

casarão

                        Hoje porém não mais se observa nenhuma importância, nem uma grande população, presumimos que não ultrapasse os mil habitantes, o mesmo quando do ciclo do ouro. 

                        Logo que entramos no arraial procuramos pela Igreja Matriz na extremidade dessa localidade, estacionamos e visitamos o recinto cercado por um muro de alvenaria com uma portaria em madeira que lembra algum cercado de fazenda.

entrada_da_igreja

entrada_da_igreja

                        Nessa área a Igreja fica ao fundo ladeada por um cemitério.

Igreja_e_cemitério

Igreja_e_cemitério

A pequena igreja provavelmente não seja a que é citada na historia da localidade, devido as suas proporções e simplicidade, seu tipo de construção apresenta características da segunda metade do século XIX.

detalhes_da_igreja_de_santo_antonio

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No cemitério não observei nenhum registro do período colonial ou imperial o que sugere que tenha existido um outro e que provavelmente não mais exista.

cemiterio_de_lagoa_de_santo_antonio

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                        Prosseguimos pela vila em ruas asfaltadas porém com traçados sinuosos e confusos, retratando as vias originais, passamos por alguns casarões e estacionamos em um onde a jovem local informou ser a casa de propriedade do Ex-Prefeito nosso amigo.

casa_em_lagoa_de_santo_antonio

casa_em_lagoa_de_santo_antonio

Informaram-nos para não perdermos a melhor galinhada de Minas Gerais o que na verdade aconteceu, não tivemos tempo necessário para degustar esse almoço, pois prosseguimos viagem.  Estava em companhia do fotografo Cleber Medeiros e fazíamos uma rápida peregrinação pelo sertão mineiro.

Outrossim, era uma tarde de verão, e o sol estava abrasador, tudo isso contribuiu para que não ficássemos para a galinhada.

deposito

deposito

                        Visitamos ainda algumas outras ruas e casas coloniais remanescentes desse antigo arraial.

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